Ceará Cresce Brincando

Aqui se cresce brincando!

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Veja 8 jogos com baralho indicados para crianças a partir de quatro anos.

jogo-com-baralho-jogando-com-multiplicacao-para-criancas-a-partir-de-6-anos-1368716947516_956x500Batalha da Tabuada

A partir de oito anos | Para dois participantes | Jogada com cartas do Ás ao dez (o Ás representa o um) | Desenvolve pensamento lógico, rapidez e raciocínio matemático

Como jogar: as cartas são embaralhadas e distribuídas igualmente entre os dois jogadores, sem que eles vejam quais são. As cartas de cada jogador são mantidas fechadas em um monte em frente a cada um. Ao mesmo tempo, cada jogador vira a primeira carta de seu monte. Quem anunciar primeiro o resultado da multiplicação dos dois números pega as duas cartas. Vence quem coletar mais cartas.

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A partir de seis anos | Para quatro participantes | Jogada com um baralho sem curingas e sem as figuras (Valete, Dama e Rei) | Desenvolve pensamento lógico, rapidez e raciocínio matemático

Como jogar: cada jogador recebe três cartas que devem ficar abertas à sua frente durante toda a partida. Outras sete cartas são também colocadas com a face para cima em uma fileira no centro da mesa, e as demais ficam em um monte para compra. Na sua vez, o jogador deve pegar do centro da mesa quantas cartas forem necessárias para somar o mesmo valor total que o de suas três cartas. Por exemplo, se ele tem 3, 7 e 5, e, no centro da mesa, há 9, 3, 4, 5, 10, 9, 7, ele poderá pegar as cartas 10 e 5. Quando ele não conseguir mais formar conjuntos com o mesmo total de suas cartas, deverá repor as cartas que usou do centro da mesa com outras do monte e passar a vez ao próximo. O jogo termina quando não for mais possível formar conjuntos com os totais das cartas dos jogadores. Quem tiver conseguido mais conjuntos ao final do jogo é o vencedor.

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A partir de seis anos | Para quatro participantes | Jogado com cartas do Ás ao dez de apenas dois naipes, um vermelho e outro preto (o Ás representa o um) | Desenvolve pensamento lógico, raciocínio matemático e rapidez.

Como jogar: as cartas são embaralhadas e oito delas são colocadas abertas na mesa. Um dos jogadores começa como árbitro. Ele diz o resultado de uma multiplicação feita com os números das cartas da mesa. Por exemplo: 40, que é resultado de 8 x 5. Dos outros três, o primeiro que pegar essas cartas (8 e 5) fica com elas. Começa nova rodada. As duas cartas retiradas são substituídas por duas tiradas do monte. Um novo jogador passa a ser o árbitro. O jogo acaba quando o monte de cartas acabar. O vencedor é quem tem mais cartas na mão. Dica: pode-se dar também o resultado de uma adição.

jogo-com-baralho-memoria-para-criancas-a-partir-de-4-anos-1368716945133_956x500Memória

A partir de 4 anos | Para dois ou mais participantes | Jogada com apenas dois naipes de cada número e figuras (Dama, Valete e Rei) | Desenvolve atenção e pensamento lógico

Como jogar: depois de embaralhadas, todas as cartas são dispostas fechadas sobre a mesa. A brincadeira é como um jogo de memória tradicional. Cada jogador abre duas cartas por vez, tentando encontrar os pares. Ganha quem tiver mais pares abertos.

Mico

A partir de seis anos | Para três participantes ou mais | Jogado com um ou dois baralhos sem curingas |
Desenvolve pensamento lógico, atenção e classificação.

Como jogar: depois de embaralhar, uma carta é retirada do baralho e mantida fechada no centro da mesa. As cartas todas são distribuídas entre os participantes, que devem formar todos os pares possíveis com o que receberam (o naipe não importa, apenas o número e figura). Os pares formados devem ser baixados, abertos, diante de cada jogador. A seguir, o jogador que começa o jogo pesca uma carta da mão do jogador à sua esquerda, sem vê-la. O objetivo é continuar formando pares. Se um par for formado, ele abaixa a dupla de cartas. Se não for, passa a vez para o jogador seguinte, que também pescará uma carta do participante à esquerda e assim sucessivamente. Ganha quem formar mais pares e perde que ficar com o “mico”, a carta cujo par seria formado com a carta retirada do baralho no início do jogo.

jogo-com-baralho-procurando-10-para-criancas-a-partir-de-5-anos-1368716938424_956x500Procurando Dez

A partir de cinco anos | Para quatro participantes | Jogado com cartas do Ás ao nove de um baralho (o Às representa o um) | Desenvolve pensamento lógico, memória e raciocínio matemático.

Como jogar: as cartas devem ser embaralhadas e colocadas fechadas sobre a mesa, como em um jogo de memória. Na sua vez, o jogador vira duas cartas. Se elas somarem dez, ele fica com as cartas e joga novamente. Caso contrário, terá de virá-las de novo e colocar onde estavam. Todos os jogadores devem ver as cartas viradas. O jogo acaba quando todas as cartas acabarem. O vencedor será o jogador com o maior número de pares quando o jogo acabar.

Salute

A partir de seis anos | Para três participantes | Jogado com cartas do Ás ao dez de um baralho (o Ás representa o um) | Desenvolve pensamento lógico, rapidez e raciocínio matemático.

Como jogar: as cartas são distribuídas entre dois dos três jogadores. A dupla deve sentar-se frente a frente, com seus montes de cartas viradas para baixo. Ao mesmo tempo, os dois retiram a carta de cima de seus montes dizendo: “salute!” e segurando-as perto de seus rostos, de modo que possam ver apenas a carta do adversário, mas não a própria. O terceiro jogador, nesse momento, anuncia a soma das cartas. Aquele, entre os dois, que primeiro descobrir o correto valor de sua própria carta (subtraindo o total da carta de seu companheiro) leva o par para si. Ganha quem conseguir o maior número de cartas.

jogo-com-baralho-jogo-das-tres-cartas-para-criancas-a-partir-de-9-anos-1368716925868_956x500Jogo das Três Cartas

Apartir de nove anos | Para quatro participantes | Jogado com dois conjuntos de cartas do Ás ao dez de um baralho (o Ás representa o um) mais tiras de papéis com “comandos” | Desenvolve pensamento lógico, rapidez e raciocínio matemático.

Como jogar: um dos jogadores deverá ser o carteador da partida. Este embaralha as cartas e entrega três delas para cada participante, inclusive ele mesmo, sem olhar quais são. Em seguida, sorteia uma tira de papel com um comando. Por exemplo: “formar o maior número possível com as cartas que vocês receberam”. Após formar o número com as cartas, os jogadores conferem para ver quem fez o maior número. Quem obtiver o maior número ganha um ponto naquela rodada. O carteador então marca o ponto do jogador em uma folha de papel em branco, reúne todas as cartas novamente, embaralha e distribui para cada jogador, como na rodada anterior. Sorteia uma nova ordem e o jogo segue. Algumas sugestões de ordens: “formar um número próximo de 150”; “formar um número que esteja entre 340 e 650”; “formar o maior número par”; “formar o menor número ímpar”; “formar o menor número possível”. Ao final de seis rodadas, ganha quem tiver feito mais pontos.

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CAIXINHA DE TAREFAS

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Objetivos: socialização, criatividade, ritmo comunicação.
Exercitar manifestação de carinho e afeto.

 

Desenvolvimento: dispor os alunos de modo que forme uma grande roda, e o professor entregará a algum aluno uma caixinha, que.ao iniciar uma música, deverá se passada de mão em mão. Quando a música parar, o aluno que estiver com a caixinha neste momento deverá abri-la e sortear uma tarefa, tal como:

Abraçar dois colegas.

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Cantar o refrão de uma música que mais gostar.

Contar uma passagem bonita de sua vida.

Falar sobre um lugar que visitou.

FONTE:  100 Jogos psicomotores –  Uma prática na escola. 2ª Edição.

AUTOES: José Ricardo Martins Machado e Marcos Vinicius da Silva Nunes.

BRINCANDO COM PALAVRAS

 

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Objetivos: socialização, afetividade, limites, controle da agressividade, comunicação, expressão, criatividade. Obter rapidamente ideias, opiniões e posições dos participantes de um grupo.

Desenvolvimento: distribuir oito cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra: amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, idela, etc. Os cartões são colocados em um envelope. O professor organizará as equipes e entregará o material de trabalho. Explicará a cada um a maneira de executar a atividade. Os grupos retiram os oito cartões (do envelope), e cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra escolhida (cada grupo ao receber as oito palavras deverá escolher apenas uma para a apresentação final). A seguir, as equipes preparam uma frase que contenha a palavra escolhida. No final, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida, a frase produzida pela palavra escolhida.

FONTE:  100 Jogos psicomotores –  Uma prática na escola. 2ª Edição.

AUTOES: José Ricardo Martins Machado e Marcos Vinicius da Silva Nunes

AMIZADE DO ALFABETO

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Objetivos: afetividade, socialização, imaginação comunicação, expressão, desenvolvimento da linguagem. Enaltecer as qualidades dos integrantes do grupo.

 

Desenvolvimento: o professor ou educador social organizará os alunos sentados em forma circular. Quem iniciar o jogo deverá dizer:

“Gosto do meu amigo da direita com A porque ele é atencioso!” O próximo aluno deverá prosseguir com a dinâmica, dizendo: “Gosto do meu amigo da direita com B porque ele é brincalhão” E assim segue a dinâmica com todos repetindo a frase e mudando a leta do adjetivo.

FONTE:  100 Jogos psicomotores –  Uma prática na escola. 2ª Edição.

AUTOES: José Ricardo Martins Machado e Marcos Vinicius da Silva Nunes

O Jogo segundo Piaget, Vygotsky e Wallon

criancasA criança pode se desenvolver através de brincadeiras e jogos. Capacidades como atenção, afetividade, concentração, habilidades psicomotoras, como esquema corporal, lateralidade, práxias motrizes, entre outras, são exemplos de desenvolvimento que a criança que brinca e joga adquire.

Teóricos do desenvolvimento como Piaget, Vygotsky e Wallon expuseram em suas teorias a importância de trabalhar atividade lúdicas com crianças para o desenvolvimento pleno delas.

Piaget aborda três grandes tipos de estruturas mentais que surgem a medida em que a criança cresce e evolui no brincar:

– O Exercício

– O Símbolo

– A Regra

O jogo de exercício é o primeiro momento que a criança passa no brincar (fase sensório-motor). Ao final do segundo ano, a criança é capaz de diferenciar o simbolismo de uma brincadeira e/ou objeto do significado (jogo simbólico). Por último o teórico destaca o jogo de regra, que acontece naturalmente pelo interessa da própria criança.

Vygotsky destaca a importância da investigação das necessidades das crianças, suas motivações e tendências que se manifestam e como elas se satisfazem a jogar. O brincar é a imaginação em ação, assim a criança revela suas vontades, emoções e atitudes.

Através do brincar a criança é capaz de aprender por si só ou as vezes necessita da orientação de um adulto, que é justamente a Zona Proximal de Desenvolvimento (ZPD), proposta por Vygotsky, que significa a distância entre essas duas possibilidades de resolver um determinado problema (por si só ou com o auxílio do outro).

Wallon destaca o social e a afetividade para a formação da personalidade, associados à motricidade, é possível acontecer o desenvolvimento da ação e o desenvolvimento psicológico.

É através do movimento que a criança estabelece a primeira comunicação, além de ser uma grande ferramenta para o desenvolvimento da linguagem, para interação e para descobrir suas potencialidades.

Wallon baseou-se em quatro elementos que se comunicam entre si para o desenvolvimento da criança:

– Afetividade

– Emoções

– Movimento

– Formação do eu

Piaget, Vygotsky e Wallon são teóricos do desenvolvimento que valorizam em suas teorias o brincar. O Ceará Cresce Brincando propõe que educadores sociais desenvolvam através de uma metodologia específica atividades lúdicas que visam o desenvolvimento das crianças através do brincar e do jogar.

 

Ônibus BrincarMóvel

16908623735_33c13d9c8e_bSerá inaugurado no dia 27 de março, às 15h, nos jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará – UFC (Av. da Universidade, 2853). O idealizador do ônibus o “BrincarMóvel”, Prof. Marcos Teodorico Almeida, afirma que o ônibus foi criado para resgatar jogos, brincadeiras e a cultura lúdica.

O ônibus visa possibilitar a inclusão, a aprendizagem, o lazer e o direito de brincar das crianças, adolescentes, adultos e idosos. O Brincar Móvel ficará nos jardins da Reitoria até o dia 1º de abril, sendo aberto à visitação da comunidade universitária.

O veículo poderá ser requisitado por instituições de ensino públicas ou privadas, associações comunitárias, institutos e entidades de um modo geral, tanto da capital como do interior do Estado. Para requisitar é necessário fazer um agendamento e a entidade solicitante precisa oferecer apoio logístico e segurança. O BrincarMóvel permanecerá o dia no local para onde for requisitado.

Os usuários do ônibus terão acesso desde brinquedos tradicionais – como bola de gude e pião – até os industrializados, como vídeo games. Na parte externa o veículo é dotado de telão, tem toldo e é acessível a pessoas com deficiência e com problemas de mobilidade, por meio de rampa.

Para trabalhar com o público foram escolhidos bolsistas remunerados e voluntários, dos cursos de Educação Física, Pedagogia e Psicologia. O Reitor Jesualdo Farias e o Prof. Antonio Barroso Lima, diretor do Instituto de Educação Física e Esportes (Iefes), convidam a comunidade universitária para a solenidade de inauguração.

Férias são para brincar

BrincandoJaneiro é mês das férias! Tempo para brincar, jogar, assistir televisão e ir ao cinema. As férias são aquele período em que a criança está livre para fazer (quase) o que quiser, mas será que é só isso? É nesta época que os pequenos têm momentos importantes de retorno à vida familiar e é quando os pais podem observar mais de perto o desenvolvimento da criança. Confira abaixo dicas de educadores e psicólogos do que é mais indicado durante as férias:

1. Estudar nas férias é produtivo?

De acordo com a professora de psicologia da educação da Universidade Estadual Paulista de Bauru (Unesp) Marisa Melilo Meira: “Não é algo absoluto, que não deve e não pode, mas depende como é o histórico escolar da criança. Quando os pais querem usar as férias como forma de recuperação, eles propõem que o problema é com os estudos é da criança, mas boa parte do desnível tem a ver com o contexto escolar. Nem sempre é falta de disposição do aluno em não estudar. É preciso analisar como é o comportamento dessa criança ao longo dos anos”.

2. Por que é importante ter o descanso das férias

De acordo com a psicóloga, mestre em Psicologia Clínica, psicanalista e professora da PUCRS Luciana B. Redivo Drehmer, ficar de “folga” também é produzir. Portanto, atividades escolares nem sempre são tão necessárias no período das férias. “Enquanto a criança brinca, ela também trabalha. Cria condições de estabelecer resoluções para novos desafios que não são necessariamente os que se aprendem em sala de aula. É também durante as férias que a criança pode retomar atividades ou brincadeiras já esquecidas”, explica.

Já as crianças menores que gostam e estão inseridas, mesmo dentro de casa, aos hábitos escolares com livros de histórias e atividades, pinturas e colagens não percebem muito o período de férias. “Portanto, reservar um horário se torna desnecessário ou até mesmo uma proposta artificial para elas. Já os mais velhos, que são cobrados sobre um produto acadêmico na escola, entendem melhor o significado de férias. Nessa idade, fazer valer um horário de estudo é praticamente impossível em meio a tantas opções de diversão”, reforça a diretora psicopedagógica do Dice English Course Eloisa Lima.

3. Livros podem ser amigos nas férias

Não é porque a criança está de férias que ela vai manter distância de textos e livros com histórias. A rotina de leitura nas férias pode ser intensificada, isso se a criança tem o prazer de ler no restante do ano. “Essa é uma prática que pode ser estimulada também pelas pessoas que convivem com a criança. Uma família leitora, aguça a curiosidade da criança que pode ter esses adultos como modelo a ser seguido. As férias não são um momento na qual a criança mudará por completo a sua rotina. É difícil que uma criança que não seja estimulada a ler no restante do ano, o faça nas férias de forma produtiva. Escolher um tema de interesse da criança e ter um acompanhamento dos cuidadores produzirá boas repercussões”, afirma Luciana B. Redivo Drehmer.

E não é preciso determinar um horário para a criança dedicar à leitura. “Para uma criança que gosta de ler, que tem o hábito da leitura criado, não vejo necessidade de marcar hora. Ela mesma busca essa atividade”, finaliza Eloisa Lima, diretora psicopedagógica do Dice English Course e mestre em Neurolinguística pela UFRJ.

4. Atividades para estimular a criatividade

A criança é curiosa por natureza. Mexer nas coisas, perguntar e duvidar são atitudes que estão muito presentes no universo infantil e os pais devem se beneficiar disso para estimular a criatividade dos pequenos.

Nas férias, produzir esses estímulos de forma prazerosa é o mais fácil. “Visitar um museu, escrever sobre uma viagem, pensar como o conteúdo da escola também está presente na vida e nas férias é um bom caminho”, afirma Luciana B. Redivo Drehmer. Estimular a memória e a análise crítica também é um bom recurso. “Trazer algo de sua viagem para apresentar aos amigos de sala na volta às aulas ou fotografar-se em visitas a lugares. Elas mesmas poderiam ter suas máquinas fotográficas, objeto que hoje é comum a todas as famílias”, conta Eloisa Lima, diretora psicopedagógica do Dice English Course e mestre em Neurolinguística.

E nem sempre só levar as crianças para passeios custosos é a solução. Uma simples convivência afetiva com as pessoas que se ama pode ser efetivo para produzir criatividade e riqueza psíquica das crianças preparando-as para a vida. “Por vezes, existe a tendência a associar as atividades com investimento financeiro. Isto pode acontecer, mas não é o único caminho. Atividades como cinema, teatros e museus podem ser dispendiosas, mas famílias que não podem ter esse investimento podem, da mesma forma, estabelecer uma rotina com as crianças que possam desenvolver a criatividade. Encontrar amigos, assistir a um filme e discutí-lo é um caminho. Promover experiências culinárias, jogos e desenhos também”, sugere a psicóloga, mestre em psicologia clínica, psicanalista e professora da PUCRS Luciana B. Redivo Drehmer

Ser Criança

kids_21“Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras. Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.

Ser criança é acreditar num mundo cor-de-rosa, cheio de pipocas.

Ser criança é olhar e não ver o perigo. Ser criança é sorrir e fazer sorrir. Ser criança é chorar sem saber por quê.

Ser criança é querer ser feliz. Ser criança é se esconder para nos preocupar. Ser criança é errar e não assumir o erro.

Ser criança é pedir com os olhos. Ser criança é derramar uma lágrima para nos sensibilizar. Ser criança é isso e muito mais.

É nos ensinar que a vida, apesar de difícil, pode tornar-se fácil com um simples sorriso. É nos ensinar que criança só quer carinho e afeto. É nos ensinar que, para sermos felizes, basta apenas olharmos para uma criança.”

Sabemos da importância do brincar para o desenvolvimento das crianças. Meninas e meninos quando brincam exercitam e melhoram suas capacidades motoras, intelectuais, emocionais e sociais.

Muitas pessoas associam o “brincar” com brinquedos, mas você já pensou em atividades que podem ser feitas sem ter brinquedos? O site criança portal professor publicou “Sugestões de Aulas” com várias dicas de brincadeiras que podem ser trabalhadas com as crianças. Várias temáticas podem ser abordadas nessas brincadeiras e ajudam no processo de aprendizagem das crianças.

Clique aqui e confira as Sugestões de Aulas.

 

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Nesse mês de Outubro celebramos no dia 12 o Dia das Crianças. Já pensou em como vai comemorar esse dia?  Várias atividades como um piquenique, passeio em uma praça ou shopping, e brincadeiras coletivas podem ser feitas com as crianças. Confira a programação do final de semana do Dia das Crianças na capital do estado:

PROGRAMAÇÃO DO TIC aberta ao público no Dragão do Mar (FORTALEZA)

Sexta 10

Contação de Histórias “Iroko” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Edivaldo Batista (CE)
18h > Arena Dragão do Mar > Acesso gratuito

Espetáculo de dança “Momentari” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Cia. Nats Nus (Espanha)
20h > Teatro Dragão do Mar > Acesso gratuito

Sábado 11

Contação de Histórias – “O Jabuti e o Chacal e outras histórias de animais” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Paula Yemanjá (CE)
16h > Arena Dragão do Mar > Acesso gratuito

Lambe-Lambe e Teatro de Miniaturas – “As Estripulias do Palhaço Trepinha” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Cia Epidemia de Bonecos (CE)
16h30 às 18h > Arena Dragão do Mar > Acesso gratuito

Clowns e música – “Antes tarde do que nunca” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Peirotto e Pampaloni (Itália)
17h > Teatro Dragão do Mar > Acesso gratuito

Domingo 12

Contação de Histórias – “Essa história é o bicho!” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Costureiras de Histórias (CE)
16h > Arena Dragão do Mar > Acesso gratuito

Lambe-Lambe e Teatro de Miniaturas – “A Surpresa” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Ângela Escudeiro (CE)
16h30 às 18h > Arena Dragão do Mar > Acesso gratuito

Clowns e música – “Antes tarde do que nunca” [Festival de Teatro Infantil do Ceará]
Peirotto e Pampaloni (Itália)
17h > Teatro Dragão do Mar > Acesso gratuito

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Como fazer uma criança pequena a gostar de ler?

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“Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!”

A sábia jovem escritora Clarice Pacheco já sabia o poder de um livro na vida de uma criança.  A leitura não traz só o conhecimento, mas proporciona uma viagem. Viagem por histórias e estórias da vida real e imaginária.

O prazer da leitura pode ser vivenciado pelas crianças desde cedo. Pais, familiares e educadores podem estimular o hábito da leitura fazendo algumas atividades simples Veja algumas ideias de como agir no dia a dia com as crianças, para aproximá-las dos livros:

 

  • Criar o Cantinho da Leitura: Escolha um lugar agradável, com boa iluminação, para ler com a criança. Vale a pena criar “o canto da leitura”, lugar reconhecido como tal pelos mais novos e pelos mais velhos no cotidiano da escola e de casa.
  • Leitura não é sonífero: Não leia somente na hora de dormir, a criança pode estar cansada e deixar de aproveitar esse momento tão importante – cada criança tem o próprio ritmo e ele deve ser respeitado.
  • Desperte o interesse: Um modo de conquistar a criança é revelar as razões que fizeram você a comprar o livro que tem em mãos – chame a atenção dela para a capa, as ilustrações; fale sobre o autor e assim por diante.
  • Não controle o vocabulário: Leia de acordo com o texto escrito. Mudar o vocabulário na tentativa de facilitar o entendimento pode servir apenas para empobrecer a narrativa, além de colocar em risco o enriquecimento do vocabulário da criança. Há enorme variedade de livros no mercado, com histórias maravilhosas e de fácil compreensão seja qual for a idade.
  • Faça um passeio pela leitura: Procure sempre ajuda, nas livrarias, para chegar ao livro ideal para o atual momento da criança. A ida à livraria pode ser um ritual a ser desfrutado na companhia da criança.
  • Crie a biblioteca da criança: Preocupe-se em criar um espaço, em casa ou na escola, para a criança guardar os livros que lhe pertencem. Essa biblioteca deve crescer junto dela, não apenas em quantidade, mas sim em qualidade. Criança de quatro anos não deve ler, por exemplo, o que lia aos dois anos.
  • Converse sobre o que foi lido: Faça questão de interagir com a criança, converse com ela sobre o que mais despertou a atenção dela na história – vá além do gostar ou não gostar. Para tanto, leia o livro do começo ao fim para depois retornar ao início e comentar, com ela, trecho a trecho.O objetivo é fazer a criança recontar a história para você. Muito provavelmente ela vai narrar trechos, os que lhe causaram maior impressão, sem se preocupar em inventar um enredo.

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Essas ideias foram sugeridas no site “Educar para Crescer” e podem ser usadas em escolas e em casa. O que importa é incentivar a leitura, assim a criança descobrirá o prazer que um livro pode proporcioná-la.

Rap “Drogas, tô fora!”

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Nos dias 15 e 16 de setembro aconteceu mais um ciclo de capacitação para os coordenadores do projeto Ceará Cresce Brincando. Na ocasião foram apresentados mais dois produtos para serem trabalhados: o Rap “Drogas, tô fora!” e a coreografia do rap. O rapper Felipe Rima, autor de cantor da música, esteve presente contando a sua emocionante história de vida.

Os participantes dessa capacitação contribuíram produzindo uma lista de atividades que podem ser realizadas para trabalhar esses novos produtos. Confira as sugestões dadas pelos coordenadores e educadores:

1.Levar o Rap a programas de rádio (para divulgar o projeto, a campanha e a música);

2.Trabalhar a temática junto ao serviço de convivência e fortalecimento de vínculo;

3.Trabalhar a temática nas brinquedotecas municipais;

4.Fazer parceria com outros projetos, grupos de dança e pontos de cultura para conseguir apoio de coreógrafos para ensinar a dança;

5.Trabalhar a coreografia nas escolas (apresentar novamente o livro, a música e a dança para os alunos);

6.Trabalhar a música e a coreografia nas conferências da criança e do adolescente;

7.Oficinas de literatura:  apresentar histórias que estejam dentro da temática e incentivar as crianças e os adolescentes a desenvolver textos, leitura dramática, contação de histórias, cordel, poemas, fanzine, uma nova letra, cantar a música em outros ritmos, paródias, etc;

8.Gincanas: trabalhando a temática de forma lúdica, Show de talentos/musical;

9.Cortejos, usando a música para divulgar para a população (sede e zona rural);

10.Encontro intergeracional nas praças do município para apresentações de trabalhos desenvolvidos como textos, poemas, histórias, danças, etc;

11.Combinar com o Núcleo de Cidadania dos Adolescentes – NUCA (Selo UNICEF) do município uma oficina com os participantes dos projetos Eu Sou Cidadão e Ceará Cresce Brincando para trabalhar a temática;

12.Escambo cultural/Intercâmbio cultural entre escolas (Troca de experiências) – reunindo várias crianças e adolescentes para que haja a troca de experiências e apresentação de atividades;

13.Dança da Escola (réplica da Dança da Galera) – buscar parceria com profissionais de dança, para que eles fossem até as escolas para ensinar a coreografia sugerida pelo projeto;

14.Cartaz permanente ou mural, dentro ou na parte externa da escola. Esse material deve ser produzido pelos alunos – grafitagem ou pintura;

15.Fazer um Flash Mob em shopping ou praça do município – alguns alunos cantam, outros tocam algum instrumento e outros dançam;

Obs.: Flash Mob são aglomerações instantâneas de pessoas em um determinado lugar para realizar uma ação inusitada previamente combinada. No youtube há alguns vídeos que podem esclarecer como funciona essa atividade.

 

Confira a letra e a coreografia do Rap “Drogas, tô fora!”:

 

Drogas, não combina com sonho e nem com vida.

E se alguém convida, dizer não, é a saída.

Sinta a cultura, viva a literatura.

Aprimore a leitura e veja o que você procura.

Procure viver e pra drogas diga não.

Busque emoções pra batucar seu coração.

Buscando o sorriso de quem a gente ama.

Evitando o caminho que nos leva pra lama.

De esquina em esquina tem crack e cocaína.

Ilusão que tá aí pra destruir sua autoestima.

Se você usar, vai acabar se matando.

Se você vender, vai matar quem tá usando.

Olhe ao redor e a realidade aparece.

Quantas histórias que a gente não esquece.

Famílias destruídas, amigos que se vão.

É meu chapa não jogue sua vida em vão.

Você tem que lutar.

Você tem que viver.

Você tem sonhar.

E fazer acontecer.

Cocaína, digo não.

Crack, digo não.

Maconha, digo não.

Drogas, digo não. (Bis)

Você pode ser mais, então faça diferente.

Eu sei que dá pra sacar o que é melhor pra gente.

Pelas vielas, pelos becos, pelas ruas da quebrada.

Já viu que não tá fácil pra seguir na caminhada.

Então lute pela vida, siga o seu sonho.

Já pensou que maravilha viver dias risonhos?

O tráfico de drogas é maior do que você imagina.

Não começa na favela, vem de gente “lá de cima”.

Gente de gravata que sorrir pra você.

Que fala na TV que vai combater.

Às vezes financia nas periferias.

Busque se informar e aprenda tudo dia.

A vida não é fácil, mas é possível vencer.

De onde a gente vem a luta é pra valer.

Informação e educação são nossas armas irmão.

E se o lance for droga já sabe, diga: Não!

Você tem que lutar.

Você tem que viver.

Você tem sonhar.

E fazer acontecer.

Cocaína, digo não.

Crack, digo não.

Maconha, digo não.

Drogas, digo não. (Bis)