Ceará Cresce Brincando

Aqui se cresce brincando!

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Dinâmicas ao Ar livre ou para Festa de Aniversário

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Jogos e brincadeiras cooperativas constituem uma excelente ferramenta pedagógica e afetiva que incentivam o desenvolvimento de um olhar diferente para o mundo que vivemos. Além de ser também um excelente exercício motor para as crianças.

 

Selecionamos duas brincadeiras que você pode utilizar em diversos espaços, podendo ser utilizadas ao ar livre e também durante eventos e festas de aniversário.

 

 

Dinâmica: ” da Bexiga”

Objetivo: Mostrar que nem sempre os caminhos mais fáceis são os melhores, aliás quase nunca. Se precisarem da ajuda de outro diga, que quando não conseguimos vencer algo sozinhos (vícios, frustações etc.) podemos pedir ajuda a outra pessoa, mais velhas (no caso de adolescentes).IMAG6863

Material: bexigas coloridas; fitilha (fita de presente); mini balas; tirinhas de papel com palavras boas e ruins do tipo sucesso, amor, paz, vida eterna, mentira, drogas.
Chegue antes para preparar o ambiente. Coloque uma tirinha de papel com um dizer ‘ruim’ encha a bexiga e coloque uma fita longa, cole no teto (se estiver em um ambiente fechado) ou em árvores (se estiver ao ar livre) essa bexiga, de forma que fique fácil de pegar, dessa forma vá dificultando as bexigas e ‘melhorando’ as palavras até a última bexiga, no nosso caso foi Vida Eterna, coloque balas junto com a palavra-chave, se ninguém alcançar diga que pode pedir ajuda um ao outro.

Público: pode ser feito com pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos, mudando as palavras para cada faixa etária. Procure promover a interação entre todos!
SITE-bomba-de-palitos-2Dinâmica: ” Construindo uma fogueira”

Objetivo: mostrar a importância do trabalho em equipe.

Material: palitos de sorvete ou de dente.

Procedimento: separar os participantes em grupos menores de pelo menos 5 componentes. Dar a cada grupo um punhado de palitos e pedir que façam uma fogueira. Cada equipe poderá pegar palitos dos outros grupos, mas deverá proteger os seus. O líder da brincadeira deverá observar e depois ressaltar quem fez o quê em cada grupo e ressaltar os que tentaram fazer tudo sozinhos, os que ficaram só olhando, os que foram tentar pegar palitos dos outros grupos por iniciativa própria e os que souberam liderar e delegar tarefas igualmente. A mensagem é que todas estas atitudes fazem parte da rotina do trabalho em equipe e cada um deverá analisar-se e pensar no que pode estar melhorando.

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Você sabia que brincadeira é um exercício completo?!

ensinar-a-repartir-006Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais tem origens surpreendentes. Vem tanto dos povos que deram origem à nossa civilização (o índio, o branco, o negro), como do longínquo Oriente. Num mundo cada vez mais urbanizado, industrializado e informatizado, a tendência é que muitas das brincadeiras tradicionais percam espaço nas preferências infantis. Mesmo assim, jogos e brinquedos como a peteca, a amarelinha, a ciranda têm um valor cultural inestimável, e o lugar dessas brincadeiras já está garantido no folclore. A brincadeira é o exercício físico mais completo de todos e é através dela que agregamos valores e virtudes à nossa vida.

A falta de valorização do brincar, contribuiu para a realidade que vivemos hoje: as brincadeiras estão entrando em extinção. Brincar, porém, é um momento sagrado. É através das brincadeiras que as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo que está ao seu redor.

Elas manipulam e exploram os objetos, comunicam-se com outras crianças e adultos, desenvolvem suas múltiplas linguagens, organizam seus pensamentos, descobrem regras, tomam decisões, compreendem limites e desenvolvem a socialização e a integração com o grupo. E todo esse aprendizado prepara as crianças para o futuro, onde terão de enfrentar desafios semelhantes às brincadeiras.

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O adulto, ao permitir-se brincar com as crianças, sem envergonhar-se disto, poderá ampliar, estruturar, modificar e incrementar as experiências das crianças. Ao participar junto com as crianças, ambos aprendem através da interação, constroem significados apropriando-se dos diversos bens culturais.

Na escola, esse resgate pode ser feito de duas formas: nas aulas de educação física e em gincanas recreativas, que deveriam ser muito mais frequentes nas escolas de hoje. Em casa, o brincar pode acontecer do amanhecer à hora de dormir, envolvendo pai, mãe, avós, tios e até os bichinhos de estimação. As igrejas podem contribuir também para que os filhos de sua congregação tenham uma infância mais feliz, oportunizando momentos e espaço para brincadeiras e recreação.04425498400

Então, que tal brincar mais com nossas crianças?!

Zigue-zague cooperativo

As crianpulaças serão dispersas em duas fileiras que se defrontam, ou seja, uma fileira de frente para a outra. Dado o sinal de início, o primeiro jogador de uma das fileiras deverá atirar a bola ao primeiro jogador da fileira oposta; este jogará ao segundo da primeira fila e assim sucessivamente. Chegando ao último jogador, a bola deverá voltar ao primeiro, cruzada da mesma forma. O jogador que deixar cair a bola deverá apanhá-la e só poderá jogá-la depois de voltar ao seu lugar.

A Grande Jaula

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Um grupo de crianças dispostas em círculos (lado a lado sem darem as mãos) formando uma jaula. O outro grupo em menor número representará os animais, que estarão dispersos pelo espaço de jogo, O professor usará apito para identificação das regras principais da atividade. Ao sinal do professor, os animais põem-se a correr, ora entrando, ora saindo da jaula. A um novo apito, as crianças do círculo dão as mãos fechando a jaula e prendendo, desse modo, os que ficaram dentro do círculo. Estes vão então fazer parte do mesmo, juntando-se aos que formam a jaula. A seguir o jogo recomeça até que todos os animais tenham sido aprisionados.

Sugestão: Fazer máscaras de papéis junto com as crianças para aquelas que estiverem no grupo que representa os animais possam usá-las durante a brincadeira.

Adivinha o objeto

 

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As crianças serão espalhadas à vontade pela sala. Provisoriamente, sairá um.  Os outros escolherão, para figurar no jogo, um objeto qualquer: mesa, caneta, etc. Será chamado a criança que estava ausente, devendo realizar algumas perguntas para que tente descobrir o objeto escolhido pela turma:

– Masculino ou feminino?

– Feminino, dirão as outras (se o objeto for do gênero feminino).

Em seguida, irá indagando de um a um:

– Formato do objeto?

As respostas irão sendo dadas à vontade, evitando repetição: oval, comprida, escura, etc.

Se, com algumas destas respostas, conseguir adivinhar, escolherá um colega para substitui-lo. Caso contrário, retornará ao primeiro, prosseguindo:

– Para que serve? Irão respondendo de acordo com a utilidade do objeto.

Prosseguirá o jogo do mesmo modo. O adivinhador terá direito de citar três objetos. Quando descobrir, será substituído pelo que designar.

 

Palavras Rimadas

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A turma deverá estar sentada em uma grande roda sendo um aluno ou criança sorteado para iniciar a atividade. O jogador inicia a brincadeira dizendo: “Estou pensando em uma palavra que rima com futebol, qual é?” (Por exemplo, a palavra pensada foi Handebol). As demais procuram advinha-la cabendo a quem conseguir o direito de fazer a nova pergunta. Se o grupo demorar muito a acertar, quem pensou na palavra deve ajudar os companheiros a descobri-la por meio de gestos. Assim, a criança que acertar a palavra Handebol será o novo participante a realizar a pergunta, pensando em outra palavra rimada.

 

O Jogo segundo Piaget, Vygotsky e Wallon

criancasA criança pode se desenvolver através de brincadeiras e jogos. Capacidades como atenção, afetividade, concentração, habilidades psicomotoras, como esquema corporal, lateralidade, práxias motrizes, entre outras, são exemplos de desenvolvimento que a criança que brinca e joga adquire.

Teóricos do desenvolvimento como Piaget, Vygotsky e Wallon expuseram em suas teorias a importância de trabalhar atividade lúdicas com crianças para o desenvolvimento pleno delas.

Piaget aborda três grandes tipos de estruturas mentais que surgem a medida em que a criança cresce e evolui no brincar:

– O Exercício

– O Símbolo

– A Regra

O jogo de exercício é o primeiro momento que a criança passa no brincar (fase sensório-motor). Ao final do segundo ano, a criança é capaz de diferenciar o simbolismo de uma brincadeira e/ou objeto do significado (jogo simbólico). Por último o teórico destaca o jogo de regra, que acontece naturalmente pelo interessa da própria criança.

Vygotsky destaca a importância da investigação das necessidades das crianças, suas motivações e tendências que se manifestam e como elas se satisfazem a jogar. O brincar é a imaginação em ação, assim a criança revela suas vontades, emoções e atitudes.

Através do brincar a criança é capaz de aprender por si só ou as vezes necessita da orientação de um adulto, que é justamente a Zona Proximal de Desenvolvimento (ZPD), proposta por Vygotsky, que significa a distância entre essas duas possibilidades de resolver um determinado problema (por si só ou com o auxílio do outro).

Wallon destaca o social e a afetividade para a formação da personalidade, associados à motricidade, é possível acontecer o desenvolvimento da ação e o desenvolvimento psicológico.

É através do movimento que a criança estabelece a primeira comunicação, além de ser uma grande ferramenta para o desenvolvimento da linguagem, para interação e para descobrir suas potencialidades.

Wallon baseou-se em quatro elementos que se comunicam entre si para o desenvolvimento da criança:

– Afetividade

– Emoções

– Movimento

– Formação do eu

Piaget, Vygotsky e Wallon são teóricos do desenvolvimento que valorizam em suas teorias o brincar. O Ceará Cresce Brincando propõe que educadores sociais desenvolvam através de uma metodologia específica atividades lúdicas que visam o desenvolvimento das crianças através do brincar e do jogar.

 

Ônibus BrincarMóvel

16908623735_33c13d9c8e_bSerá inaugurado no dia 27 de março, às 15h, nos jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará – UFC (Av. da Universidade, 2853). O idealizador do ônibus o “BrincarMóvel”, Prof. Marcos Teodorico Almeida, afirma que o ônibus foi criado para resgatar jogos, brincadeiras e a cultura lúdica.

O ônibus visa possibilitar a inclusão, a aprendizagem, o lazer e o direito de brincar das crianças, adolescentes, adultos e idosos. O Brincar Móvel ficará nos jardins da Reitoria até o dia 1º de abril, sendo aberto à visitação da comunidade universitária.

O veículo poderá ser requisitado por instituições de ensino públicas ou privadas, associações comunitárias, institutos e entidades de um modo geral, tanto da capital como do interior do Estado. Para requisitar é necessário fazer um agendamento e a entidade solicitante precisa oferecer apoio logístico e segurança. O BrincarMóvel permanecerá o dia no local para onde for requisitado.

Os usuários do ônibus terão acesso desde brinquedos tradicionais – como bola de gude e pião – até os industrializados, como vídeo games. Na parte externa o veículo é dotado de telão, tem toldo e é acessível a pessoas com deficiência e com problemas de mobilidade, por meio de rampa.

Para trabalhar com o público foram escolhidos bolsistas remunerados e voluntários, dos cursos de Educação Física, Pedagogia e Psicologia. O Reitor Jesualdo Farias e o Prof. Antonio Barroso Lima, diretor do Instituto de Educação Física e Esportes (Iefes), convidam a comunidade universitária para a solenidade de inauguração.

Férias são para brincar

BrincandoJaneiro é mês das férias! Tempo para brincar, jogar, assistir televisão e ir ao cinema. As férias são aquele período em que a criança está livre para fazer (quase) o que quiser, mas será que é só isso? É nesta época que os pequenos têm momentos importantes de retorno à vida familiar e é quando os pais podem observar mais de perto o desenvolvimento da criança. Confira abaixo dicas de educadores e psicólogos do que é mais indicado durante as férias:

1. Estudar nas férias é produtivo?

De acordo com a professora de psicologia da educação da Universidade Estadual Paulista de Bauru (Unesp) Marisa Melilo Meira: “Não é algo absoluto, que não deve e não pode, mas depende como é o histórico escolar da criança. Quando os pais querem usar as férias como forma de recuperação, eles propõem que o problema é com os estudos é da criança, mas boa parte do desnível tem a ver com o contexto escolar. Nem sempre é falta de disposição do aluno em não estudar. É preciso analisar como é o comportamento dessa criança ao longo dos anos”.

2. Por que é importante ter o descanso das férias

De acordo com a psicóloga, mestre em Psicologia Clínica, psicanalista e professora da PUCRS Luciana B. Redivo Drehmer, ficar de “folga” também é produzir. Portanto, atividades escolares nem sempre são tão necessárias no período das férias. “Enquanto a criança brinca, ela também trabalha. Cria condições de estabelecer resoluções para novos desafios que não são necessariamente os que se aprendem em sala de aula. É também durante as férias que a criança pode retomar atividades ou brincadeiras já esquecidas”, explica.

Já as crianças menores que gostam e estão inseridas, mesmo dentro de casa, aos hábitos escolares com livros de histórias e atividades, pinturas e colagens não percebem muito o período de férias. “Portanto, reservar um horário se torna desnecessário ou até mesmo uma proposta artificial para elas. Já os mais velhos, que são cobrados sobre um produto acadêmico na escola, entendem melhor o significado de férias. Nessa idade, fazer valer um horário de estudo é praticamente impossível em meio a tantas opções de diversão”, reforça a diretora psicopedagógica do Dice English Course Eloisa Lima.

3. Livros podem ser amigos nas férias

Não é porque a criança está de férias que ela vai manter distância de textos e livros com histórias. A rotina de leitura nas férias pode ser intensificada, isso se a criança tem o prazer de ler no restante do ano. “Essa é uma prática que pode ser estimulada também pelas pessoas que convivem com a criança. Uma família leitora, aguça a curiosidade da criança que pode ter esses adultos como modelo a ser seguido. As férias não são um momento na qual a criança mudará por completo a sua rotina. É difícil que uma criança que não seja estimulada a ler no restante do ano, o faça nas férias de forma produtiva. Escolher um tema de interesse da criança e ter um acompanhamento dos cuidadores produzirá boas repercussões”, afirma Luciana B. Redivo Drehmer.

E não é preciso determinar um horário para a criança dedicar à leitura. “Para uma criança que gosta de ler, que tem o hábito da leitura criado, não vejo necessidade de marcar hora. Ela mesma busca essa atividade”, finaliza Eloisa Lima, diretora psicopedagógica do Dice English Course e mestre em Neurolinguística pela UFRJ.

4. Atividades para estimular a criatividade

A criança é curiosa por natureza. Mexer nas coisas, perguntar e duvidar são atitudes que estão muito presentes no universo infantil e os pais devem se beneficiar disso para estimular a criatividade dos pequenos.

Nas férias, produzir esses estímulos de forma prazerosa é o mais fácil. “Visitar um museu, escrever sobre uma viagem, pensar como o conteúdo da escola também está presente na vida e nas férias é um bom caminho”, afirma Luciana B. Redivo Drehmer. Estimular a memória e a análise crítica também é um bom recurso. “Trazer algo de sua viagem para apresentar aos amigos de sala na volta às aulas ou fotografar-se em visitas a lugares. Elas mesmas poderiam ter suas máquinas fotográficas, objeto que hoje é comum a todas as famílias”, conta Eloisa Lima, diretora psicopedagógica do Dice English Course e mestre em Neurolinguística.

E nem sempre só levar as crianças para passeios custosos é a solução. Uma simples convivência afetiva com as pessoas que se ama pode ser efetivo para produzir criatividade e riqueza psíquica das crianças preparando-as para a vida. “Por vezes, existe a tendência a associar as atividades com investimento financeiro. Isto pode acontecer, mas não é o único caminho. Atividades como cinema, teatros e museus podem ser dispendiosas, mas famílias que não podem ter esse investimento podem, da mesma forma, estabelecer uma rotina com as crianças que possam desenvolver a criatividade. Encontrar amigos, assistir a um filme e discutí-lo é um caminho. Promover experiências culinárias, jogos e desenhos também”, sugere a psicóloga, mestre em psicologia clínica, psicanalista e professora da PUCRS Luciana B. Redivo Drehmer

O poder do brincar

O brincar e o jogar são atos indispensáveis à saúde física, emocional e intelectual e sempre estiveram presentes em qualquer povo desde os mais remotos tempo. Através deles, a criança desenvolvem a linguagem, o pensamento, a socialização, a iniciativa e a auto-estima, preparando-se para ser um cidadão capaz de enfrentar desafios e participar na construção de um mundo melhor. O jogo, nas suas diversas formas, auxilia no processo ensino-aprendizagem, tanto no desenvolvimento psicomotor, isto é, no desenvolvimento da motricidade fina e ampla, bem como no desenvolvimento de habilidades do pensamento, como a imaginação, a interpretação, a tomada de decisão, a criatividade, o levantamento de hipóteses, a obtenção e organização de dados e a aplicação dos fatos e dos princípios a novas situações que, por sua vez, acontecem quando jogamos, quando obedecemos a regras, quando vivenciamos conflitos numa competição, etc.

Segundo PIAGET, “o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou brincadeira para desgastar energia, pois ele favorece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo e moral”. Através dele se processa a construção de conhecimento, principalmente nos períodos sensório-motor e pré-operatório. Agindo sobre os objetos, as crianças, desde pequenas, estruturam seu espaço e seu tempo, desenvolvendo a noção de casualidade, chegando à representação e, finalmente, à lógica. As crianças ficam mais motivadas para usar a inteligência, pois querem jogar bem, esforçam-se para superar obstáculos tanto cognitivos como emocionais.

O jogo não é simplesmente um “passatempo” para distrair os alunos, ao contrário, corresponde a uma profunda exigência do organismo e ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Estimula o crescimento e o desenvolvimento, a coordenação muscular, as faculdades intelectuais, a iniciativa individual, favorecendo o advento e o progresso da palavra. Estimula a observar e conhecer as pessoas e as coisas do ambiente em que se vive. Através do jogo o indivíduo pode brincar naturalmente, testar hipóteses, explorar toda a sua espontaneidade criativa. O jogo é essencial para que a criança manifeste sua criatividade, utilizando suas potencialidades de maneira integral. É somente sendo criativo que a criança descobre seu próprio eu.

O jogo é mais importante das atividades da infância, pois a criança necessita brincar, jogar, criar e inventar para manter seu equilíbrio com o mundo. A importância da inserção e utilização dos brinquedos, jogos e brincadeiras na prática pedagógica é uma realidade que se impõe ao professor. Brinquedos não devem ser explorados só para lazer, mas também como elementos bastantes enriquecedores para promover a aprendizagem. Através dos jogos e brincadeiras, o educando encontra apoio para superar suas dificuldades de aprendizagem, melhorando o seu relacionamento com o mundo. Os professores precisam estar cientes de que a brincadeira é necessária e que traz enormes contribuições para o desenvolvimento da habilidade de aprender e pensar.

Vamos brincar?