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CON[sumo]SCIENTE – Palhaço do bem?

Hoje estamos lançando uma nova categoria no Blog, a “CON[sumo]SCIENTE”. Aqui vamos falar sobre a relação da infância com a mídia, os apelos de consumo voltados para a criança e o adolescente; e o que se pode fazer para promovermos um consumo consciente entre esse grande alvo da publicidade moderna. E o tema que inaugura a CON[sumo]SCIENTE é bem polêmico. Confira aqui!

Nos Estados Unidos, centenas de médicos se uniram em uma campanha que exige que o McDonald’s abandone seu conhecido mascote, o Ronald McDonald. Em carta publicada nos principais jornais do país, os manifestantes ainda querem que a rede de fast food pare de promover produtos entre crianças.

A divulgação do manifesto veio coincidir com a reunião anual de diretores da companhia, que acontece em Chicago hoje, 19. Os médicos reivindicam que o “McLanche Feliz” não seja mais acompanhado de brindes direcionados às crianças. A campanha vem sendo conduzida pela Corporação de Responsabilidade Internacional (Corporate Accountability International).

Em comunicado, a companhia defendeu tanto o palhaço mascote quanto sua política de publicidade. “Como o rosto da Ronald McDonald House Charities (braço encarregado das atividades de caridade do grupo), Ronald é um embaixador a serviço do bem, que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida ativo e equilibrado”, afirma.

 

Aqui também discutimos

No Brasil, a publicidade dirigida às crianças também causa bastante polêmica. Tanto que na última terça-feira, 17, ocorreu um seminário em que a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática  (CCTCI) da Câmara dos Deputados debateu o Projeto de Lei nº 5.921/2001, que propõe alguma regulamentação nesse sentido.

Já se sabe que em vários países como Canadá, Dinamarca e a Europa como um todo existem regras e limitações para propagandas dirigidas ao público infantil. Isso porque, estudiosos e pesquisas já apontaram a vulnerabilidade e a inocência deste público frente aos apelos de consumo.

Além do Instituto Alana, representantes do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), do Conselho Federal de Psicologia, do Idec, da ANDI, do Conar, da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap) e da Associação Brasileira das Empresas de Rádio e Televisão (Abert) também participaram do evento.

Com informações da agência AFP

Fonte: Redação Adnews

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